{"id":138,"date":"2010-08-31T22:22:36","date_gmt":"2010-09-01T00:22:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.andiara.com.br\/?p=138"},"modified":"2010-08-31T22:24:39","modified_gmt":"2010-09-01T00:24:39","slug":"gerenciando-cerebros-e-organizacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.andiara.com.br\/?p=138","title":{"rendered":"Gerenciando c\u00e9rebros e organiza\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/br.hsmglobal.com\/notas\/58834-gerenciando-cerebros-e-organizacoes\"><\/a><a href=\"http:\/\/www.andiara.com.br\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/c\u00e9rebro.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-139\" style=\"margin: 5px;\" title=\"c\u00e9rebro\" src=\"http:\/\/www.andiara.com.br\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/c\u00e9rebro.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"170\" \/><\/a><br \/>\n\u201cOu as organiza\u00e7\u00f5es aprendem a gerenciar c\u00e9rebros ou n\u00e3o ser\u00e3o mais organiza\u00e7\u00f5es\u201d, afirma especialista<\/p>\n<div>\n<div>\n<p>Mais do que gerenciar pessoas, as corpora\u00e7\u00f5es que desejarem  passar ilesas pelas tempestades do mundo contempor\u00e2neo, v\u00e3o ter que  aprender a gerenciar c\u00e9rebros e todas as suas peculiaridades. Gerenciar  c\u00e9rebros \u00e9, portanto, o novo e grande desafio da lideran\u00e7a moderna, pois  o bem-estar da organiza\u00e7\u00e3o passa, necessariamente pelo bem-estar das  pessoas, e o bem-estar das pessoas passa, imprescindivelmente pelo  bem-estar de seus c\u00e9rebros.<\/p>\n<p>\u00c9 sabido que o homem, como animal social que \u00e9, necessita  emocionalmente do relacionamento, das conex\u00f5es com seus semelhantes. Tal  fato se demonstra nas mais diversas e complexas estruturas sociais que  desenvolvemos desde os nossos ancestrais, no intuito de garantirmos a  sobreviv\u00eancia e o dom\u00ednio do planeta. Assim como na sociedade, na  fam\u00edlia, na escola, nas empresas, estabelecem-se n\u00edveis e hierarquias de  poder que determinam a organiza\u00e7\u00e3o dessas estruturas e garantem a  coexist\u00eancia de seus membros.<\/p>\n<p><strong>O c\u00e9rebro e o poder<\/strong><\/p>\n<p>Em qualquer tipo de estrutura social organizada podemos vislumbrar alguns tipos de poder, dos quais se destacam:<\/p>\n<p><strong>\u2022\u00a0Poder posicional<\/strong><br \/>\n\u00c9 o poder inerente \u00e0 estrutura  da organiza\u00e7\u00e3o, normalmente definido por um cargo ou fun\u00e7\u00e3o ocupado  necessariamente por uma pessoa. Exemplos: O pai, na fam\u00edlia; o gerente,  na empresa; o prefeito, no munic\u00edpio.<\/p>\n<p><strong>\u2022\u00a0Poder de recompensa<\/strong><br \/>\nComumente vinculado ao  poder posicional, \u00e9 o direito que o ocupante de um cargo ou fun\u00e7\u00e3o na  estrutura tem de recompensar pessoas por um comportamento adequado.<br \/>\nExemplos: O elogio do pai ao filho; a premia\u00e7\u00e3o do gerente ao funcion\u00e1rio; a promo\u00e7\u00e3o do prefeito ao servidor.<\/p>\n<p><strong>\u2022\u00a0Poder coercitivo<\/strong><br \/>\nTamb\u00e9m diretamente conectado  ao poder posicional, \u00e9 a capacidade adquirida pelo ocupante de um cargo  ou fun\u00e7\u00e3o de punir um comportamento inadequado.<br \/>\nExemplos: O castigo do pai ao filho; a demiss\u00e3o do funcion\u00e1rio pelo gerente; o corte da gratifica\u00e7\u00e3o do servidor pelo prefeito.<\/p>\n<p><strong>\u2022<\/strong> <strong>Poder de especializa\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/strong>Diz respeito ao conhecimento ou habilidade espec\u00edfica que algu\u00e9m possui e desperta o interesse de determinado grupo de pessoas.<br \/>\nExemplo: Um consultor especialista em finan\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o a um grupo de analistas financeiros.<\/p>\n<p><strong>\u2022\u00a0Poder de refer\u00eancia<\/strong><br \/>\nAssociado ao aspecto humano  do indiv\u00edduo, \u00e0 sua capacidade de cativar, conquistar, persuadir e  mobilizar pessoas independentemente daquilo que representa em  determinada estrutura. Ou seja, \u00e9 o poder vinculado ao car\u00e1ter, ao  carisma, ao comportamento.<\/p>\n<p>Diante das evid\u00eancias, \u00e9 f\u00e1cil inferir que numa era de gest\u00e3o de  c\u00e9rebros, o \u00fanico poder que resolve \u00e9 o \u2018Poder de Refer\u00eancia\u2019. E isto  acontece porque o poder de refer\u00eancia \u00e9 o \u00fanico que contempla todas as  nuances do c\u00e9rebro alheio.<\/p>\n<p><strong>O c\u00e9rebro e as organiza\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Quando \u00e9ramos coletores e ca\u00e7adores, as estruturas sociais eram  simples, viv\u00edamos com base no nomadismo, habit\u00e1vamos tribos e o poder  era concentrado normalmente na m\u00e3o do mais forte e \u00e1gil do cl\u00e3.  Evidentemente, nossos ancestrais dispunham de uma estrutura cerebral  primitiva que atendia suas demandas, diga-se de passagem, extremamente  b\u00e1sicas.<\/p>\n<p>H\u00e1 aproximadamente 12 mil anos, nos tornamos agricultores e passamos a  viver de forma sedent\u00e1ria, sustentados por uma estrutura social mais  complexa. Surgiram as comunidades e aparece de forma declarada, pela  primeira vez na hist\u00f3ria humana o \u2018Poder Posicional\u2019. A era dos senhores  feudais, dos coron\u00e9is e dos capatazes. Uma sociedade hierarquicamente  posicionada, onde poucos mandam e muitos obedecem.<\/p>\n<p>Neste momento, as pessoas t\u00eam seus c\u00e9rebros atrofiados, pois executam  atividades repetitivas, mec\u00e2nicas, onde o sistema nervoso perif\u00e9rico  com seus nervos motores \u00e9 suficiente para o gerenciamento do  comportamento. N\u00e3o h\u00e1 pensamento cr\u00edtico, an\u00e1lise, julgamento,  criatividade (atividades cognitivas tipicamente humanas).<\/p>\n<p>O \u00e1pice do \u2018Poder Posicional\u2019 acontece no final do s\u00e9culo XVIII,  quando teve in\u00edcio na Inglaterra a t\u00e3o difundida revolu\u00e7\u00e3o industrial.  Surge a rela\u00e7\u00e3o Capital versus Trabalho, onde o capital vale mais. As  organiza\u00e7\u00f5es e as pessoas passam a celebrar contratos em que impera a  execu\u00e7\u00e3o de atividades em detrimento do pensamento cr\u00edtico e racional.  Novamente, os c\u00e9rebros s\u00e3o relegados aos bastidores da atividade  econ\u00f4mica. Uma frase de Henry Ford retrata bem o modelo vigente nessa  \u00e9poca: \u201cToda vez que eu preciso de um par de m\u00e3os para trabalhar, vem  junto uma pessoa para atrapalhar&#8230;\u201d disse ele. O que as organiza\u00e7\u00f5es  desejavam era justamente a m\u00e3o-de-obra.<\/p>\n<p>Por volta da d\u00e9cada de 1980, culminando com a revolu\u00e7\u00e3o das  telecomunica\u00e7\u00f5es e da tecnologia, surge a Era do Conhecimento, e  finalmente, a capacidade cognitiva humana passa a ter seu espa\u00e7o nas  intrincadas estruturas sociais. Sai a express\u00e3o m\u00e3o-de-obra e surge o  modelo c\u00e9rebro-de-obra. As organiza\u00e7\u00f5es descobrem o \u00f3bvio: as pessoas  s\u00e3o melhores quando pensam!<\/p>\n<p>Atualmente, vivemos uma nov\u00edssima economia \u2013 t\u00e3o nova que j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1  baseada na informa\u00e7\u00e3o, mas sim na compet\u00eancia em utiliz\u00e1-la. O mais  fant\u00e1stico: essa compet\u00eancia \u00e9 essencialmente comportamental, e os  comportamentos, como bem sabemos, dependem dos c\u00e9rebros. Ora, se os  comportamentos s\u00e3o respostas aos est\u00edmulos que recebemos nos mais  variados contextos em que atuamos, e essas respostas dependem  exclusivamente de como nossos c\u00e9rebros mapeiam esses est\u00edmulos, ent\u00e3o \u00e9  justamente nos sistemas nervosos de cada indiv\u00edduo que devemos nos  concentrar.<\/p>\n<p><strong>O c\u00e9rebro finalmente est\u00e1 no comando<\/strong><\/p>\n<p>Com o intuito de entender mais e melhor a complexidade do  comportamento humano, a neuroci\u00eancia vem flertando j\u00e1 h\u00e1 algum tempo com  as estruturas de gest\u00e3o de pessoas nas organiza\u00e7\u00f5es para promover  mudan\u00e7as no modo de operar das diversas estruturas sociais a partir da  gest\u00e3o dos comportamentos humanos. Cada vez mais, treinamentos,  ferramentas e pesquisas est\u00e3o sendo viabilizados no sentido de  potencializar as habilidades cerebrais, aumentando o n\u00edvel de aten\u00e7\u00e3o, a  concentra\u00e7\u00e3o, a capacidade de reten\u00e7\u00e3o e aprendizado, a intelig\u00eancia  emocional, melhorando assim as respostas comportamentais das pessoas nos  diversos ambientes em que atuam.<\/p>\n<p>No in\u00edcio da d\u00e9cada de 1990, o presidente americano George W. Bush  anunciou que aquela seria a d\u00e9cada do c\u00e9rebro, e ele estava certo. Se  nas eras industrial e da agricultura a produtividade estava relacionada \u00e0  aptid\u00e3o f\u00edsica das pessoas, na era do comportamento, definitivamente a  produtividade est\u00e1 associada \u00e0 aptid\u00e3o mental. Se analisarmos as  estruturas mentais mais primitivas: c\u00e9rebro reptiliano e l\u00edmbico  (instintos e emo\u00e7\u00f5es), n\u00e3o perceberemos diferen\u00e7as significativas entre o  animal humano e os demais animais que habitam este planeta. O que nos  diferencia, nos torna especiais, \u00fanicos e capazes de dominar este  pequeno ponto azul alocado no universo \u00e9 nosso c\u00f3rtex superior.<\/p>\n<p>Cientistas t\u00eam mostrado com veem\u00eancia por meio de imagens de  resson\u00e2ncia magn\u00e9tica, que pessoas que foram expostas a situa\u00e7\u00f5es  espec\u00edficas e as julgaram justas, tiveram seus centros de compensa\u00e7\u00e3o do  c\u00e9rebro ativados como acontece quando se encontram com entes queridos  por exemplo. Isto significa que houve aumento na emiss\u00e3o de serotonina  (neurotransmissor do bem-estar, que tem profundo efeito no humor, na  ansiedade e no comportamento agressivo de um indiv\u00edduo).<\/p>\n<p>Este fato abre um precedente para que a gest\u00e3o de recursos humanos  nas organiza\u00e7\u00f5es passem a implementar pol\u00edticas para o cultivo da  justi\u00e7a e de recompensas que inspirem as pessoas a terem mais confian\u00e7a.  De fato, o \u2018Poder Posicional\u2019 perde espa\u00e7o neste contexto, pois o \u00fanico  poder capaz de estabelecer v\u00ednculos de confian\u00e7a com seres humanos \u00e9 o  \u2018Poder de Refer\u00eancia\u201d. Assim, a empresa do futuro, focada nos c\u00e9rebros  que nela atuam, formar\u00e1 gestores com maior interesse nas pessoas,  capazes de apoi\u00e1-las e recompens\u00e1-las verdadeiramente.<\/p>\n<p>Na Era Wellness (era do bem-estar), n\u00e3o h\u00e1 mais sentido em algu\u00e9m se  orgulhar em viver sob altas doses de press\u00e3o e estresse e n\u00e3o ter tempo  para nada. Um gestor perverso, que promove estresse em seu ambiente de  trabalho, ir\u00e1 inundar o c\u00e9rebro de seus colaboradores com cortisol,  fazendo com que se desliguem, se fechem para novas ideias, percam  motiva\u00e7\u00e3o e parem de nutrir o desejo de ajudar. Sem contar que o  estresse prolongado diminui a produ\u00e7\u00e3o de neur\u00f4nios, compromete muito a  mem\u00f3ria, afeta os sentimentos, reduz a imunidade do organismo e  influencia negativamente a longevidade.<\/p>\n<p><strong>O c\u00e9rebro e a qualidade de vida<\/strong><\/p>\n<p>Suzana Herculano Houzel, neurocientista brasileira, chefe do  Departamento de Neuroanatomia Comparada da Universidade Federal do Rio  de Janeiro (UFRJ) \u00e9 da opini\u00e3o de que pessoas que t\u00eam mais atividade  mental t\u00eam, em conseq\u00fc\u00eancia, maior qualidade de vida. Para ela, o  c\u00e9rebro ideal \u00e9 aquele com o qual nos sentimos bem. Pessoas que  estimulam mais seus c\u00e9rebros aumentam suas habilidades cognitivas,  expandem suas sinapses, otimizam seus neur\u00f4nios e enfim, tornam-se mais  inteligentes.<\/p>\n<p>A qualidade de vida de uma pessoa est\u00e1 diretamente relacionada \u00e0  qualidade de suas escolhas, e suas escolhas dependem de um c\u00e9rebro  saud\u00e1vel. \u00c9 fascinante notar que a maioria das pessoas est\u00e1 t\u00e3o  automatizada em suas experi\u00eancias cotidianas que n\u00e3o reflete mais sobre  suas pr\u00f3prias prioridades, e elas escolhem num automatismo assustador.<\/p>\n<p>Essa rotina de comportamentos automatizados, repetitivos e  previs\u00edveis atrofia a atividade mental de qualquer pessoa, limitando-a,  tornando-a pior a cada dia. Um c\u00e9rebro pouco estimulado \u00e9 um gigante que  adormece. Sem d\u00favida, a sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar no dia-a-dia depende  diretamente da qualidade da vida mental do indiv\u00edduo. Os cientistas s\u00e3o  un\u00e2nimes em afirmar: Assim como exercitamos nossos m\u00fasculos para que os  mesmos n\u00e3o atrofiem, necessitamos exercitar nosso c\u00e9rebro para  desenvolv\u00ea-lo. \u00c8 claro que o tipo de exerc\u00edcio \u00e9 bem diferente.<\/p>\n<p>Os pesquisadores defendem que \u00e9 preciso manter constantemente a  atividade dos neur\u00f4nios. Assim, o c\u00e9rebro fica afiado. A malha\u00e7\u00e3o, neste  caso, \u00e9 feita com est\u00edmulos frequentes, como aprender um novo movimento  de dan\u00e7a, ler sobre um assunto com o qual n\u00e3o est\u00e1 habituado ou  simplesmente mudar o caminho do escrit\u00f3rio at\u00e9 sua casa. Atitudes como  essas, segundo os especialistas no assunto, s\u00e3o capazes de aumentar o  poder de racioc\u00ednio, a concentra\u00e7\u00e3o e at\u00e9 habilidades como desenhar ou  escrever.<\/p>\n<p>Uma das provas de que exercitar a mente \u00e9 fundamental para a  juventude do \u00f3rg\u00e3o foi publicada em 2001 no Jornal da Academia Nacional  de Ci\u00eancias dos Estados Unidos da Am\u00e9rica. Pesquisadores americanos  mostraram que pessoas com o h\u00e1bito cont\u00ednuo de ler, jogar xadrez, fazer  palavras cruzadas ou dan\u00e7ar est\u00e3o duas vezes mais protegidas do mal de  Alzheimer \u2013 doen\u00e7a degenerativa que pode surgir com o envelhecimento \u2013  do que as que passam a vida acomodadas, apenas assistindo TV, por  exemplo.<\/p>\n<p>Os cientistas entrevistaram os familiares de 193 pacientes com o  problema para identificar os h\u00e1bitos culturais dos participantes e  tamb\u00e9m conversaram com 358 pessoas s\u00e3s. Todos tinham cerca de 70 anos.  Conclu\u00edram que quem sofre do mal de Alzheimer geralmente costumava  passar horas diante da TV ou ao telefone, enquanto os volunt\u00e1rios  saud\u00e1veis sempre exercitaram o c\u00e9rebro.<\/p>\n<p><strong>O c\u00e9rebro e a mente<\/strong><\/p>\n<p>Um c\u00e9rebro pode morrer! E quando ele morre nosso corpo tamb\u00e9m morre.  Todavia, a mente \u00e9 capaz de se manter viva e tornar-se eterna. A mente \u00e9  a maior riqueza de uma pessoa, \u00e9 seu legado, \u00e9 o que fica quando o  c\u00e9rebro \u201cdesliga\u201d. Ela guarda seus segredos, vontades, desejos, anseios,  mem\u00f3rias, hist\u00f3rias, e tudo mais que diz respeito a voc\u00ea como criatura  humana.<\/p>\n<p>As organiza\u00e7\u00f5es modernas, mais do que em qualquer outra \u00e9poca da  hist\u00f3ria do homem na terra, querem pessoas capazes de influenciar seus  contextos com suas mentes. E para tal, tornam-se fundamentais c\u00e9rebros  ativos, saud\u00e1veis, devidamente estimulados. A sociedade necessita  urgentemente de seres humanos que desenvolvam e utilizem a maior de suas  potencialidades: a atividade mental cognitiva. A mente \u00e9 o que fica do  uso que fazemos ao longo da vida desse ilustre desconhecido: o c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>Talvez, a descoberta mais fant\u00e1stica que qualquer pessoa pode fazer a  respeito de seu pr\u00f3prio c\u00e9rebro \u00e9 que ele tem uma incr\u00edvel voca\u00e7\u00e3o  social, ou seja, \u00e9 voltado para o relacionamento. Quanto mais nos  relacionamos, maior ser\u00e1 nossa aptid\u00e3o mental desenvolvida. As diversas  organiza\u00e7\u00f5es que criamos ao longo de nossa hist\u00f3ria como ser pensante  (fam\u00edlia, escola, empresa, comunidade, estado, pa\u00eds, etc) s\u00e3o uma busca  inconsciente e compulsiva de nossos pr\u00f3prios c\u00e9rebros em satisfazer sua  voca\u00e7\u00e3o natural.<\/p>\n<p>Em poucos anos, ou as organiza\u00e7\u00f5es aprendem a gerenciar c\u00e9rebros ou  n\u00e3o ser\u00e3o mais organiza\u00e7\u00f5es. Por que as organiza\u00e7\u00f5es dependem dos  c\u00e9rebros, que necessariamente necessitam das organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><em>Gerson Rodrigues (Especialista em Marketing de Relacionamento, em  Vendas Diretas com \u00eanfase em CRM. Palestrante, consultor e autor do  livro: Atendimento Nota 1000, o que fazer para encantar e fidelizar  clientes.<\/em><\/p>\n<p><strong>HSM Online<br \/>\n23\/08\/2010<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cOu as organiza\u00e7\u00f5es aprendem a gerenciar c\u00e9rebros ou n\u00e3o ser\u00e3o mais organiza\u00e7\u00f5es\u201d, afirma especialista Mais do que gerenciar pessoas, as corpora\u00e7\u00f5es que desejarem passar ilesas pelas tempestades do mundo contempor\u00e2neo, v\u00e3o ter que aprender a gerenciar c\u00e9rebros e todas as suas peculiaridades. 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