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A chama repentina

O Outubro é maravilhoso sob diversos aspectos: traz para os habitantes de minha cidade uma sensação de alegria vinda de diversas catástrofes.

Seja porque sofremos com as cheias, ou celebramos as dores do passado com uma festa que é digna de gratidão, trata-se de um mês de intensidade de sentimentos.

Também é mês de celebrar a atenção que as mulheres devem para com seu corpo. E, se estás lendo isso aqui, sabes o motivo de eu falar a respeito.

Taisen Deshimaru proferiu:

Era um dia de inverno num templo nas montanhas quando um velho mestre zen se dirigiu a seu discípulo: ‘Estou com muito frio. Reanime o fogo, por favor’.

O discípulo observou: ‘O fogo está morto, não sobrou uma brasa sequer. Só há cinzas na lareira’.

O mestre se aproximou, removeu as cinzas com os dedos e, lá no fundo, encontrou uma pequena brasa vermelha.

‘Olhe só, ainda tem um restinho de luz.’

Assoprou-a e a chama reavivou com toda força. Então, o discípulo recebeu o satori.

Como você encara os desafios que estás submetido nesta existência?

Com pesar, e, sem enxergar o óbvio que lhe é demonstrado pelo Arquiteto de todas as coisas?

Entenda: o que é, apenas é. Não é nem bom nem mau. Se na tua concepção não agradou, não atingiu o objetivo que tu desejavas. Apenas isso.

Livre-se de teus desejos e anseios e o mundo abrir-se-á para ti.

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