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A última grande lição

Li este livro em 2003 e foi um dos melhores livros que já li…

Para quem ainda não o leu, vale a leitura!

Abraços,

Andiaralicao1

Cada um de nós teve na juventude uma figura especial que, com paciência, afeto e sabedoria, nos ajudou a descobrir dimensões mais profundas e a escolher nossos caminhos com maior liberdade. Para Mitch Albom, esta pessoa foi Morrie Schwartz, seu professor na universidade.

Vinte anos depois, Mitch reencontra Morrie nos últimos meses da vida de seu velho mestre, acometido de uma doença terminal. Durante quatorze encontros, eles tratam de temas fundamentais para a felicidade e realização humana.

É uma lição de esperança sobre o sentido da existência, em que a experiência e reflexão são transmitidas de forma simples e comovente, que transformou a vida do autor, e que ele quis registrar como uma dádiva de Morrie para o mundo.

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Fora de série – Outliers

outlinersO que torna algumas pessoas capazes de atingir um sucesso tão extraordinário e peculiar a ponto de serem chamadas de “Fora de série”?
Costumamos acreditar que trajetórias excepcionais, como a dos gênios que revolucionam o mundo dos negócios, das artes, das ciências e dos esportes, devem-se unicamente ao talento. Mas neste livro você verá que o universo das personalidades brilhantes esconde uma lógica muito mais fascinante e complexa do que aparenta. Baseando-se na história de celebridades como Bill Gates, os Beatles e Mozart, Malcolm Gladwell mostra que ninguém “se faz sozinho”. Todos os que se destacam por uma atuação fenomenal são, invariavelmente, pessoas que se beneficiaram de oportunidades incríveis, vantagens ocultas e heranças culturais. Tiveram a chance de aprender, trabalhar duro e interagir com o mundo de uma forma singular. Esses são os indivíduos fora de série – os outliers.

Para Gladwell, mais importante do que entender como são essas pessoas é saber qual é sua cultura, a época em que nasceram, quem são seus amigos, sua família e o local de origem de seus antepassados, pois tudo isso exerce um impacto fundamental no padrão de qualidade das realizações humanas. E ele menciona a história de sua própria família como exemplo. Além disso, para se alcançar o nível de excelência em qualquer atividade são necessárias nada menos do que 10 mil horas de prática – o equivalente a três horas por dia (ou 20 horas por semana) de treinamento durante 10 anos. Aqui você saberá também de que maneira os legados culturais explicam questões interessantes, como o domínio que os asiáticos têm da matemática e o fato de o número de acidentes aéreos ser mais alto nos países onde as pessoas se encontram a uma distância muito grande do poder.

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Autoconhecimento: MBTI

Eu sou uma guardiã… e você? Descubra no texto abaixo!

Uma breve história dos Tipos Psicológicos…

http://www.inspiira.org/

Em 1927, Carl Jung lança um de seus livros, “Tipos Psicológicos”, onde ele categoriza seus pacientes, e em conseqüência os seres humanos, em 3 critérios, que poderiam assumir duas posições opostas, criando oito tipos de personalidade diferentes. Ele não aprofunda muito seus estudos, pois seus métodos, apesar de ter conclusões fantásticas, eram talvez um pouco esotérico demais.

Na década de 50, duas moças, Katherine Briggs Myers e sua filha Isabel Briggs Myers, que eram diretoras de uma fábrica nos EUA, após a Segunda Guerra Mundial, e tiveram contratar várias mulheres, no lugar dos homens que saíram para o front. Elas começaram a observar grandes diferenças de comportamento entre eles, e conheciam o trabalho de Jung, então pensaram um desenvolver um indicador (teste não, pois não eram psicólogas, nem psicometristas) que pudesse captar os tipos psicológicos nas pessoas, para que se pudesse encaixá-las dentro dos diferentes tipos psicológicos, para entender suas expectativas, comportamento, entre outras características descritas por Jung.

Estudando um pouco mais da teoria, e aplicando na prática, elas identificaram que havia mais um fator em jogo, que alterava então toda a estrutura dos outros três. Deu-se então em 16 tipos, organizados pelos critérios: Extroversão/Introversão, Sensação/Intuição, Pensamento/Sentimento e Julgamento/Percepção. O interessante é perceber que as palavras assumem características diferentes do que é usado normalmente (exemplo: extroversão). Elas então criaram o indicador e chamaram-no de MBTI (Myers Briggs Type Indicator), que é como ele é conhecido hoje em dia.

Segue uma explicação breve das dimensões e características dos tipos:

A primeira dimensão do tipo de personalidade diz respeito a como interagimos com o mundo e, principalmente, onde obtemos e onde dirigimos a nossa energia.

Extrovertidos (E)

  • São energizados quando interagem com outras pessoas
  • Gostam de concentrar sua energia no mundo externo das coisas e pessoas

Introvertidos (I)

  • São energizados quando despendem o tempo sozinhos
  • Gostam de concentrar sua energia no mundo interno das idéias e pensamentos

A segunda dimensão do tipo descreve as duas maneiras diferentes como as pessoas percebem, ou assimilam as informações. Que espécie de informação notamos naturalmente? Algumas pessoas concentram-se no que é, enquanto outras no que é possível.

Sensoriais (S)

  • Normalmente prestam mais atenção a fatos e detalhes
  • São pessoas mais realistas e práticas

Intuitivos (N)

  • Tentam entender as conexões, significados e implicações
  • São pessoas mais imaginativas e criativas

A terceira dimensão do tipo se relaciona com a maneira como tomamos decisões e chegamos às conclusões. Todos nós apresentamos uma preferência natural inata por tomar decisões baseadas na lógica ou em nossos sentimentos e valores pessoais.

Pensadores (T)

  • Tomam as decisões mais objetivamente, pesando os prós e contras
  • Valorizam a lógica e a justiça; um padrão para todos

Sentimentais (F)

  • Tomam as decisões baseados em como se sentem acerca do assunto e como os outros serão afetados
  • Valorizam a empatia e a harmonia; vêem a exceção para a regra

A quarta dimensão do tipo de personalidade (desenvolvida pelas Briggs) se relaciona a se preferimos viver de uma maneira mais organizada (tomando decisões) ou de uma maneira mais espontânea (assimilando informações).

Julgadores (J)

  • São mais felizes depois que as decisões foram tomadas
  • Tendem a tomar as decisões rápida e facilmente

Perceptivos (P)

  • São mais felizes deixando as suas opções abertas
  • Tendem a sentirem-se ansiosos e inseguros ao tomarem decisões

Existem mais características observáveis em cada um dos critérios, mas acho que estas podem dar uma boa idéia do que cada critério mede. Então, conjugando essas quatro dualidades (como tenho chamado por oporem dois conceitos diferentes), obtém-se 16 diferentes tipos psicológicos, que podem ser agrupados como subgrupos usando diferentes critérios, com diferentes aplicações.

Na década de 70, David Keirsey, psicólogo americano, lançou um livro com um nome não muito pretensioso, pelo menos para os acadêmicos: “Please Understand Me”. Neste livro, ele criou um desses subgrupos que citei acima, que ele veio chamar de Temperamentos. Estes Temperamentos que deram ao Inspiira.org seu maior insight, e o objeto de sua missão, de todas as aplicações e implicações de se compreender estes padrões de comportamento desta maneira. O modelo utilizado para os 4 temperamentos (contendo 4 tipos cada um), já havia sido usado no campo da filosofia, desde Galeno, e os gregos antigos, alguns até um pouco conhecidos, como Platão e Aristóteles.

Este modelo do Keirsey uniu a teoria levantada por Jung, o critério extra desenvolvido pela família Myers Briggs e também a idéia delas do indicador, mais a teoria dos Temperamentos que vinha carregando diferentes nomes na psicologia, e definiu os quatro Temperamentos, que são definidos pela presença de duas letras específicas no tipo das pessoas:

  • SP: Sensorial Perceptivo (chamados Artesões) – Tipos: ISFP, ESFP, ISTP, ESTP

SPs desejam estar onde está a ação; eles procuram aventura e anseiam por prazer e estimulação. Marvin Zuckerman, um psicólogo americano, definiu esse tipo como “a personalidade que busca sensação”. Os SPs acreditam que a variedade é o tempero da vida, e que fazer coisas que não são divertidas ou excitantes é uma perda de tempo.

  • SJ: Sensorial Julgador (chamados Guardiões) – Tipos: ISFJ, ESFJ, ISTJ, ESTJ

SJs são pessoas sensatas, realistas e que são a espinha dorsal das instituições e os verdadeiros estabilizadores da sociedade. Eles acreditam em seguir as regras e cooperar com as autoridades; de fato, eles não se sentem nada bem em improvisar ou causar encrencas.

  • NF: Intuitivo Sentimental (chamados Idealistas) – Tipos: INFP, ENFP, INFJ, ENFJ

Os NFs acreditam que a cooperação amigável é a melhor forma para que as pessoas atinjam os seus objetivos. Eles sonham em remover os muros de egoísmo e conflito que dividem as pessoas e têm um talento único para ajudar as pessoas a resolver as suas diferenças e assim trabalharem juntas. Tal harmonia interpessoal poderia ser um ideal romântico, mas os NFs são românticos incuráveis que preferem concentrarem-se no que poderia ser em vez do que no que é.

  • NT: Intuitivo Pensador  (chamados Racionais) – Tipos: INTJ, ENTJ, INTP, ENTP

Seja qual for o seu campo, os NTs esforçam-se por compreender o mundo natural em toda a sua complexidade. NTs desejam aprender acerca dos princípios abstratos ou leis naturais que descrevem a realidade, como também em descobrir a estrutura e função dos sistemas complexos do mundo; sejam sistemas mecânicos, orgânicos ou sociais. Eles são completamente pragmáticos acerca do como ganharão esse conhecimento.

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VII Congresso Brasileiro de Farmácia Hospitalar

Texto extraído  do site da SBRAFH – Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar.http://www.sbrafh.org.br

Vale a pena conferir…

“Profissionais, professores e estudantes da área hospitalar estarão presentes no VII Congresso Brasileiro de Farmácia Hospitalar, que será realizado de 11 a 13 de junho de 2009, no Minascentro em Belo Horizonte (MG).

O tema principal do congresso será “Qualidade na Farmácia Hospitalar e nos Serviços de Saúde”, cuja abordagem se dará em palestras e conferências a cargo de reconhecidos especialistas nacionais e internacionais que farão uma abordagem multidisciplinar, discutindo assuntos relacionados à qualidade dos medicamentos, produtos para a saúde, processos, assistência e educação farmacêutica.

Haverá, ainda, os seguintes eventos paralelos ao congresso: III Concurso – Título de Especialista em Farmácia Hospitalar – Sbrafh; IV Encontro de Professores de Farmácia Hospitalar; II Encontro Brasileiro de Residências em Farmácia Hospitalar; Cursos Pré-Congresso; Apresentação de Temas Livres (Sessão Pôster), Simpósios Satélites e a Exposição da Indústria Farmacêutica, de Produtos, Equipamentos e Serviços, relevantes à qualificação das atividades desenvolvidas na farmácia hospitalar.

Esperamos por você para que juntos possamos buscar a atualização profissional, trocar experiências e estreitar os laços de amizade.

Saudações Farmacêuticas.”

Maria Rita Carvalho Garbi Novaes
Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar
VII Congresso Brasileiro de Farmácia hospitalar
Presidente