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Sobre a finitude da vida

Um dia você aceitou o convite de vir para este mundo. Sim, você optou por estar aqui com todo seu desejo. Você fez assim e aqui estás com todos teus medos e anseios.

Desejas mais do que és. Eu sei. Também sou assim. Queremos mais. Nossa natureza parece nos empurrar pra esse desejo. Mas lembre-se que esse convite, uma vez aceito é compulsório de cumprimento até o fim. As tuas lições estão escritas nas tuas ações e reflexos.

Escolher não é simples. Vir pra cá menos ainda. Mas a beleza da história toda é que tudo o que fazes entre a escolha e o término da história ecoará por toda a eternidade. Tua e dos que te rodeiam.

Por consequência minha dúvida sempre paira sobre o que me faz ser feliz?
Você sabe o que te faz ser feliz?
E como fazes felizes aqueles que estão ao teu redor?
E como poderia fazer mais?

A respostas apenas dizem respeito a você mesmo. Não me importam. Mas sei que te importam.

Um dia tudo terminará

E quando este dia chegar, e chegará, tenho certeza, você se perguntará sobre tudo o que valeu a pena por aqui: seus amigos, familiares, suas ações e realizações.

Não há porque se preocupar com isso se a tuas ações estão sobre a paz de teu espírito mas aí que te pergunto: Você fala com teu espírito? Falas contigo mesmo em busca de algo que satisfaça teus anseios antes desta jornada?

Viver implica em morrer. O que importa é o que fazes entre o início e o fim desta frase.

Quando chegar esse dia

A única dúvida que valerá responder será: Valeu a pena?

Vim e fiz o que me propus a fazer? Estou feliz com o reflexo das minhas ações?

Sejas o que te propusestes a ser e sinta a vida ser mais do que desejastes.

 

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